A declaração pública da prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (PL), nesta terça-feira, 1º, ao confirmar apoio aos nomes de Eduardo Amorim (PL) e Rodrigo Valadares (UB) para o Senado em 2026, escancarou o que já vinha ficando claro nos bastidores: Valmir de Francisquinho está completamente isolado dentro do grupo.
O itabaianense, que em 2022 era tratado como líder natural do bolsonarismo no estado, agora se vê relegado a um papel secundário, praticamente sem voz nas principais articulações do partido ao qual ainda pertence, o PL.
Nos bastidores, ainda havia a expectativa de que ele poderia indicar um dos nomes do grupo na corrida, mas nem sequer foi lembrado na declaração de Corrêa à imprensa.
Na prática, Emília indicou que suas decisões não passam mais por Valmir. E, mais do que isso, deixou claro que o prefeito não tem mais poder dentro do bloco. O que resta a ele, agora, é assistir às movimentações, isso, se permanecer no PL; saindo de uma posição de líder, a mero liderado.

